sábado, 25 de agosto de 2012

FILHA DE ARMANDO GUEBUZA NA 'FORBES' DESTE MÊS

TRÊS PÁGINAS INTEIRINHAS NA REVISTA 'FORBES' DE AGOSTO. VALENTINA DA LUZ GUEBUZA É REFERIDA COMO 'A PRINCESA MILIONÁRIA' OU 'A NOVA ISABEL DOS SANTOS'





domingo, 19 de agosto de 2012

PAI DE SAMORA MOISÉS MACHEL VIVE NO COLONATO DO LIMPOPO (1973)



RECORTE DO NOTÍCIAS DA BEIRA 31 DE OUTUBRO DE 1973


LOURENÇO MARQUES, 30 (Delega­ção) — «Meus olhos choram e meu coração fica triste quando o pessoal vem dizer o que meu filho faz», afirma, com voz em­baraçada, comandante Moisés Machel. 

A nossa, frente está um negro de feições duras, cabelos esbranquiçados, olhes perspicazes. Fato escuro, camisa cor-de-rosa, bem vestido. É praticante da Igreja Metodista Livre. Pesa as palavras, falando lenta e prudentemente. A nossa frente está o pai de Samora Machel, presidente do movimento anti- português (FRELIMO) (ou Frente de Libertação de Moçambique). À sua volta, reúne-se grande parte do clã, constituído por três mulheres (uma é a mãe de Samora), vários filhos, irmãos, sobrinhos. Ele não é só comandante de nome; é também o comandante de facto, no conjunto das cinco palhotas maticadas da sua terra.
  «Nasci aqui mesmo, a 1 de Fevereiro de 1900. Esta terra, que era já dos meus pais, chamava-se Mananganine», refere papá Machel. Hoje aquela terra situa-se à entrada da Aldeia da Madragoa, onde vivem quase duas centenas de europeus, e que é o núcleo de povoamento mais progressivo do célebre Co­lonato do Limpopo, a duas cen­tenas de quilómetros de Lou­renço Marques.

«Esta é a mamã de Samora», apresenta o comandante. «Chama-se Gougnia Thema Zimba. É filha de Matonga, chefe do gru­po de povoações Zungula (já fa­lecido), da regedoria Canheze, aqui vizinha. Nasceu em 1902».
Thema Zimba, pequenina, tem uma cara prazenteira. Sor­ri. O cabelo branco tapado com o chapéu «beige» como usam as mulheres da Suazilândia.
E comandante Machel pros­segue: «Desta mulher tive 13 filhos. Nove morreram. Quatro estão vivos. O mais velho chama-se Josefate Moisés Machel. Enquanto trabalhou na garagem dos Oliveiras, em Chilunguine (Lourenço Marques), fez a quarta classe. Depois estudou mais. Hoje é lá enfermeiro, no Hospital Miguel Bombarda. O segundo filho chama-se Magarila Samora Machel. Fez a quar­ta classe na Missão Católica de S. Paulo de Messano, Bilene, do Distrito de Gaza. Depois mandaram-no estudar para a Ilha da Inhaca. Parece que fez o quarto ano do Liceu, enquanto aprendeu para enfermeiro. Em 1951, mais ou menos, empregou-se no Hospital Miguel Bombarda».
Interrompemos. Trata-se do chamado Samora Moisés Ma­chel, actual Presidente da FRELIMO. O pai reafirma que seu nome verdadeiro é Magarila. Que ele optou pelo nome Sa­mora, porque assim era conhe­cido. Que também nasceu ali, naquela «sua» terra, a 11 de Maio de 1932, numa palhota on­de, mais ou menos, fica hoje o edifício da Administração. Que Magarila tem um filho de cer­ca de onze anos a estudar em Lourenço Marques.
Comandante Machel, sempre lentamente, fala ainda dos ou­tros irmãos de Samora: de Boa­ventura Moisés Machel, nascido em 1936, a trabalhar numa la­vandaria em Benoni (Transval, África do Sul); e de Enosse Or­lando Machel, nascido em 1939, electricista, a residir no Sul de Moçambique.
Perguntámos subitamente se sabem que Samora é viúvo. Não mostraram espanto, mas a mãe, Thema Zimba, comove-se e cho­ra com visível comoção. Fica­mos convencidos que, tal como ainda recentemente afirmou Feliciano Dimbeju (ex-FRELIMO regressado de Nairobi com o apoio da Cruz Vermelha In­ternacional), eles sabem que Samora mandou envenenar a mulher, Josina Mutemba.
O pai de Samora, porém, in­flexível, quebra o gelo da situa­ção, continuando a falar, embo­ra com palavras ainda mais mastigadas: «Ele visitou-nos, pe­la última vez, no Natal de 1961. Nada nos disse do que pensava fazer. Nunca nos disse nada, tal como nunca escreveu. Nesse Natal, eu fiz grande festa, aqui mesmo, na minha terra. Mais tarde soube que ele foi para «outra parte». E meus olhos cho­ram e meu coração fica triste quando as pessoas vêm dizer o que o meu filho faz. Porque eu não gosto, e a mamã também, que ele ande na «outra parte».
E mais adiante: «E usei que ele tem muitos inimigos, muito perigosos. Que esses inimigos são os camaradas dele, os macondes e outra gente do Norte. Querem matá-lo. E isso traz sempre o meu coração triste. E o meu coração ainda sofre mais, quando sei que ele também tem medo...»
«Como sabe isso, se não rece­be notícias?», interrompemos.
O comandante Machel sentiu-se apanhado. Hesitou pela única vez. Mas respondeu mui­to lentamente: «Eu sei disso porque conheço o Samora».
«Acha que Samora poderá ga­nhar a guerra? E, se ganhar, poderá ser um bom presidente de Moçambique?» — indagámos ainda.
«Samora tem muitos inimigos ao lado dele», responde. Nunca pode conquistar Moçambique, que é muito grande. Também nunca poderia ser o governa­dor, pois para isso é preciso es­tudar em muitos liceus, ter muito saber. E Samora ê ape­nas um bom enfermeiro.»
O pai do Presidente da FRELIMO, velho agricultor, aceita um dos nossos cigarros. Começa a desenhar-se mais confiança no seu rosto, enquanto disparámos a máquina fotográfica, e falá­mos da sua gleba.
Tem vinte mil metros quadra­dos de terreno, irrigados e apoiados tecnicamente pelo Ga­binete do Limpopo, que integra o maior núcleo de povoamento de Moçambique, incluindo a ci­dade de Trigo de Morais, uma dúzia de aldeias com todos os requisitos, uma Cooperativa Agrícola com cinco fábricas transformadoras. A sua terra, outrora estéril, está hoje inte­grada num dos maiores planos de irrigação do Ultramar português (cerca de 80 mil hecta­res) que lhe permite ser, por exemplo, a maior produtora de arroz, tomate e luzerna de Mo­çambique. Desse plano faz par­te a barragem de Massingir, obra no montante de 590 mil contos, em adiantada fase de construção.
Comandante Samora fala: «O Governo tem trabalhado bem. E eu colaboro, até nas «banjas» (reuniões das autori­dades com as populações), quando é preciso. Mas agora pedi mais 40 mil metros qua­drados de terreno, porque só assim poderei expandir à vontade a minha casa. Porque o meu filho mais novo, aquele que ali está, tem quatro meses. E meu irmão, Tanquisso Gabriel, também precisa de mais quatro hectares».
Estávamos a poucas horas das eleições para deputados à As­sembleia Nacional. Perguntámos ao pai do Presidente da FRELlMO se iria votar pelo Governo que o filho combate. “Voto pelo Governo Português, porque fez da minha terra uma grande terra”, salienta com energia. «Na­da percebo das ideias do meu filho. Só desejo mais quatro hectares para aumentar a gle­ba. E Samora pode voltar, que muita alegria dará aos nossos corações. Não sabemos se as autoridades lhe fariam bem ou mal. Mas pelo que vemos em relação aos outros, haviam de o receber bem, E eu e mamã havíamos então de morrer feli­zes...»
NOTÍCIAS DA BEIRA – 31.10.1973

Uma incursão aos ideais da Frelimo e aos bussiness do clã Chipande - 2


Uma incursão aos ideais da Frelimo e aos bussiness do clã Chipande

“Consolidação contínua da independência nacional, da ordem democrática popular e a construção do socialismo” - Objecto social do Partido Frelimo

(Maputo) O general na reserva, Joaquim Alberto Chipande, que a semelhança dos seus – 11 – “camaradas” do núcleo duro, foi, no dia 19 de Agosto de 1991, celebrar em cartório notarial a Frelimo como partido político à luz da Constituição da República de 1990, também está mergulhando em vastos interesses empresariais.

Na ordem dos subscritores dos Estatutos da Frelimo, onde em primeiro plano aparece Joaquim Chissano – então presidente do partido – Chipande segue a Marcelino dos Santos, figura de quem não encontramos, ainda, empreendimentos no mundo “Capitalista”.

A distancia que vai entre a data em que também assumiu a Frelimo na “construção do socialismo”, e os negócios que implantou, pode se concluir que o general Chipande não perdeu a boleia do “Capitalismo” outrora combatido por aquele partido.

O refrão “Somos soldados do povo marchando em frente/ na luta contra a burguesia/ Sempre avante unidos venceremos/ Socialismo triunfará ”, outrora professado como dogma, parece ter sido atirado para o cacifo das gargalhadas dos “camaradas”.

O “capitalismo triunfou”.
O homem do “primeiro tiro”

Joaquim Alberto Chipande, sócio ideológico dos seus pares, e parente de alguns em negócios de fazer inveja a qualquer empresário, é tido pela história oficial como a figura que deu o “histórico” “primeiro tiro” às 21 horas do dia 25 de Setembro de 1964, no posto de Chai, Cabo Delgado, dando inicio a insurreição armada contra o colono invasor e “capitalista” português.

Testemunha do «Massacre de Mueda», segundo relatos pungentes do próprio que abundam em manuais escolares, foi conterrâneo do “reaccionário” Lazáro Nkavandame, a quem também chamavam “Mzee”, o mesmo que mais velho.

Nkavandame, que viria a ter sorte de contemporâneos seus decidirem pelo seu fuzilamento, é descrito – nos manuais escolares do ensino primário em uso, (os mesmos que dizem que Eduardo Mondlane morreu na sede dos escritórios da Frelimo em Dar-Es-Salam, quando na verdade foi em casa de praia da americana Betty king) (ver Sffv canal Nº1) – como defensor da propriedade privada, ao contrário daquilo que a Frelimo apregoava: Tudo do povo e para o povo.

Isso foi naquele tempo.

E o “capitalista” “Mzee”, por ter tido sonhos descontextualizados, além do epíteto de “reaccionário” ou “contra-revolucionário” foi fuzilado, pelo que consta, na mesma leva do reverendo Uria Simango, Padre Mateus Gwengere, Joana Simião, entre outros. Muitos.

Para conforto de Chipande, o “primeiro tiro” lhe pertence, ainda.
Os bussiness dos Chipande

Tal como Joaquim Chissano, Alberto Chipande além de “sócios” na Frelimo, também esta, com este e outros, envolvido no «Programa de Promoção de Veteranos de Moçambique», uma associação que se dedica na “inserção na vida civil de antigos combatentes, incluindo os que estiveram activamente no exército entre 07 de Setembro de 1974 a 04 de Outubro de 1992”.

Bonifácio Gruveta Massamba, João Américo Mpfumo e Hélder Muteia são outros sócios de Chipande nesta associação, aparentemente de carácter humanitário.

Quatro anos após assumir em publicação oficial do Estado Moçambicano – Boletim da República (BR) – “a construção do socialismo”, em 1995, o general na reserva entra pela porta grande no então estranho, e proibido mundo de um «monstro» que chamavam de “Capitalismo” tido como produto do “Imperialismo”.

No dia 03 de Agosto desse ano, associava-se a «Newpalm Internacional, limitada» e constituiriam as «Madeiras Rovuma, Limitada» com um capital inicial de 10.000.000, 00 MT, actuais 10.000,00 MTn.

O objecto social da «Madeiras Rovuma» é, entre outros o “comercio geral, compreendendo a importação, exportação, comissões e consignações...”.

Anos '60 - como uma equipa Frelimo All Stars Futebol Clube

A equipa do Frelimo All Stars Futebol Clube: em cima, da esqª - Mabote, Chipande, Chissano ,(?), Mondlane, Machel, (?). Em baixo...

in http://delagoabayword.wordpress.com

Uma incursão aos ideais da Frelimo e aos bussiness do clâ Chissano - I


(Maputo) Numa profunda incursão a génese institucional do partido Frelimo, que Outubro realiza o seu 9º Congresso em Quelimane, capital da Zambézia, pode-se concluir que o partido com sede na rua Pereira do Lago está mergulhado em contradições ideológicas até ao pescoço no que diz respeito ao seu ?objecto social?, e a prática actualmente consubstanciada nas alianças económicas que se vão estabelecendo entre ?camaradas? e não só, em alguns casos, com estrangeiros a mistura.

Com a introdução do texto mãe de 1990, a Constituição da República de Moçambique, abriu-se o caminho para aqueles que já tinham pretensões ?capitalistas? no tempo em que ainda se acreditava, rumava-se para o ?socialismo cientifico?. Capitalismo era coisa proibida nesses tempos. Que o digam os famosos reaccionários.

A partir daí, assistiu-se a privatizações desastrosas de que a economia até hoje se ressente. Os rombos à banca que o Estado ressarciu com fundos do erário público. O desastre na indústria do cajú. Sangue derramado pelos defensores do bem público. Os analistas da ocasião apontaram as acusações pela derrocada às instituições da «Bretton Woods», alegadamente, devido a ?imposição de políticas? destas ao Governo.

Passados 15 anos ? a Frelimo registou-se como partido no dia 19 de Agosto, (Vide Boletim da República (BR) III Série Nº 43 ? de 23 de Outubro de 1991) ? Entre os propósitos declarados, os membros de proa de partido, que em tempos recentes professavam a religião «Marxista?Lenenista», agora têm outro Deus: O Capital.

Será que ainda constróem o socialismo?

Joaquim Chissano assume o poder, por consequência da morte de Samora Machel, num contexto em que a guerra fria atingia o seu clímax antes da inevitável queda do ?Muro de Berlim?.

Coube a Mário Machungo (actual PCA do Millinium bim), que detinha a pasta de 1º Ministro, implementar o «Programa de Reabilitação Económica (PRE)».

O objecto social do partido Frelimo segundo os seus estatutos de 1991, inclui entre outros, a ?construção do socialismo?, uma verdade que nos dias que correm virou um hiato declaradamente utópico.

Assinam os estatutos da Frelimo, Joaquim Chissano, Marcelino dos Santos, Alberto Joaquim Chipande, Jorge Rebelo, Mariano de Araújo Matsinhe, Jacinto Soares Veloso, Mário Fernandes da Graça Machungo, Pascoal Manuel Mocumbi, Eduardo da Silva Nihia, Feliciano Salomão Gundana e Rafael Benedito Maguni, este último já falecido. Das investigações levadas a cabo pelo «Canal de Moçambique», de 1990 a 2003, salvam-se, quiçá tenham perdido o barco, Marcelino dos Santos e Jorge Rebelo. Os dois não fazem parte do novo organograma empresarial ora estabelecido com os adventos do capitalismo que pelos vistos não coube no famoso túmulo então advogado pelo primeiro hino nacional. Sectores próximos da Frelimo acreditam nessas duas figuras como sendo os ?continuadores fiéis? da causa inicial:

?A construção do socialismo? rumo ao ?comunismo cientifico?.

Os Chissanos no «Black Empowerment»

A família do último estadista moçambicana está mergulhada em vários empreendimentos, subscritos publicamente e publicitados em BR, no período atrás descrito.

Joaquim Chissano (JC) além de membro fundador da Frelimo está envolvido na «PIRA  Programa de Integração de Revitalização da Aldeia», uma associação que tem entre outros objectivos, o propósito de contribuir para a reinserção dos veteranos de Moçambique nas comunidades rurais, ...

Na «PIRA», JC tem mais 33 sócios, onde pontificam os nomes de Bonifácio Gruveta Massamba, Heldér Muteia, Ana Rita Sithole entre outros.

JC também esta envolvido numa outra associação designada por «Programa de Promoção de Veteranos de Moçambique». Esta se dedica na ?inserção na vida civil de antigos combatentes, incluindo os que estiveram activamente no exército entre 07 de Setembro de 1974 a 04 de Outubro de 1992?. Aqui também tem entre muitos sócios, ? 35 ? alguns que fazem parte da anterior empresa, a «PIRA». Destacam-se Bonifácio Gruveta Massamba, Alberto Joaquim Chipande, João Américo Mpfumo e Hélder Muteia.

Até aqui as instituições mencionadas pelo «Canal» são apenas algumas associações, supostamente de carácter humanitário de que faz parte o antigo Chefe do Estado moçambicano.

Negócios de facto

Nos negócios efectivos, até 31 de Dezembro de 2003, JC está pelo menos envolvido com os irmãos na «Malehice Desenvolvimento Rural Irmãos Chissano, Limitada», empresa com sede no distrito de Malehice, Chibuto na província de Gaza.

Dedica-se a ?produção agrícola, pecuária e industrial...?.

Esta empresa foi celebrada no dia 06 de Novembro de 1992, com um capital de 40.000.000,00 Mt (40.000,00 MTn) JC também possui participações na «MACIANA ? Sociedade de Gestão de Participações, Limitada», que tem como objecto social, ?a)gerir participações colectivas de seus sócios, b) Alargar o âmbito da sua participação onde seja possível adquirir quotas; entre outros.

Na «MACIANA», cujo capital à data da celebração ? 23 de Dezembro de 1998 ? foi de 25.000.000,00 MT, (25.000,00 MTn), JC tem mais vinte sócios, uma lista onde não aparece ninguém de proa do ?partidão?.

Os filhos em grande

Notórios são os empreendimentos dos seus primeiros dois rebentos, Nyimpine e N´naite Chissano. Entre 1997 a 2000 aqueles jovens aparecem pelo menos em cerca de dez registos empresariais.

No dia 22 de Setembro de 1997 Nyimpine Joaquim Chissano juntou-se a Julius Bernardo Seffgu e constituíram a «DAJULE Trading Company, Limitada». Esta empresa dedica-se ao, ?a) transporte de passageiros e carga, no âmbito nacional e internacional; Comercialização de veículos automóveis, ligeiros ou pesados, novos ou usados?.

O capital social da «DAJULE» é de 58.000.000, 00 MT ou dos actuais 58.000,00 MTn.

No mesmo ano o primogénito de JC, juntou-se a dois dos três filhos de Eduardo Mondlane, Nyeleti Brook Mondlane e Eduardo Chivambo Mondlane Júnior e a Pedro Jeremias Manjate, formando a «M.M. Trading, Limitada». Esta empresa iniciou com um capital social de 40.000.000 MT, ou seja actuais 40.000,00 MTn.

O pacto social desta empresa alterou no ano seguinte, tendo ficado sócios entidades a «M.C.M. Investimentos, Limitada» e sócios pessoas Nyimpine Chissano e Nyeleti Mondlane.

Briefing by D. Simpson, head of the State Department's Southern Africa Desk, London, Dec. 9, 1982

Briefing by D. Simpson, head of the State Department's Southern Africa Desk, London, Dec. 9, 1982

Date 1982-12-09 - Resource type Minutes - Language English
Subject
Coverage (spatial) South Africa, United States, U.S.S.R., Angola, Cuba, Namibia, Southern Africa (region), Southern Africa (region)
Coverage (temporal) 1982 - Source Digital Imaging South Africa (DISA) - Format extent (length/size) 7 pages
Description:
Minutes from a meeting between South African representatives and Mr Simpson, Head of US State Department's southern African office in London where Mr Simpson explained the context of talks with the Soviet Union in December 1982 and that the Soviet Union would like to see the United States maintain a central role during negotiations to find a settlemt for South West Africa.
Included is a proposal made by South Africa to Angola, Ilha Do Sal, 7 December 1982



domingo, 12 de agosto de 2012